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sábado, 7 de agosto de 2010

Sei que vou Te Amar



Sei que vou Te Amar

Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Drama
Áudio: Inglês – Português
Tamanho: 800 MB
Formato: AVI



Thomas Mollison é um jovem de 16 anos que quer apenas ter uma vida normal. Seu irmão mais velho, Charlie, tem autismo e TDAH e o funcionamento de toda sua família gira em torno de lhe oferecer um ambiente de vida seguro. Ao se mudar para uma nova casa e uma nova escola, Thomas conhece Jackie Masters e começa a se apaixonar por ela. Quando sua mãe fica confinada à cama devido à gravidez, Thomas então deve assumir a responsabilidade de cuidar de seu irmão, o que pode custar a sua relação com Jackie, especialmente quando isso desencadeia um violento confronto na família em sua festa de aniversário, que leva o garoto a uma viagem emocional repleta de frustrações e angústias.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Rain Man (1988)Dublado

FICHA TÉCNICA


Rain Man (Encontro de Irmãos)

ELENCO:
Tom Cruise(Charlie Babbitt)
Dustin Hoffman(Raymond Babbitt)

Tamanho: 434MB

Idioma: Portugues

Legenda:S/L

Formato: RMVB

Lançamento:1988

Duração: 133 minutos

O jovem Yuppie (Tom Cruise) fica sabendo que seu pai faleceu. Eles nunca se deram bem e não se viam há vários anos, mas ele vai ao enterro e quando vai cuidar do testamento fica sabendo que herdou um Buick 1949 e as roseiras premiadas do seu pai, sendo que um "beneficiário" tinha herdado três milhões de dólares. Fica curioso em saber quem herdou aquela fortuna e descobre que foi seu irmão Raymond Babbitt (Dustin Hoffman), que ele desconhecia a existência. O irmão dele é autista, mas pode calcular problemas matemáticos complicados com grande velocidade e precisão. Yuppie seqüestra seu irmão autista da instituição onde ele está internado, pois planeja levá-lo para Los Angeles e exigir metade do dinheiro, nem que para isto tenha que ir aos tribunais. É durante uma viagem cheia de pequenos imprevistos que os dois se compreenderão mutuamente e entenderão o significado de serem irmãos.

Premiação:Oscar melhor filme(1989)


MEU FILHO MEU MUNDO (Son-rise: a miracle of love)

FICHA TÉCNICA

Direção:Glenn Jordan
Elenco:James Farentino, Kathryn Harrold, Stephen Elliott, Henry Olek, Carrie Sherman, Erica Yohn, Michael Adms, Casey Adms
Local:EUA
Data:1979
Produção:Richard M. Rosenbloom
Gênero:Drama
Assunto:Autismo. Crianças autistas.
Notas:Legendado.

O Filme MEU FILHO, MEU MUNDO retrata em 96 minutos o Drama de um casal que tem um filho Autista, A dramatização gira em trono da descoberta do Autismo, a do tratamento, utilizado pelo casal, e uma cura parcial.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Opinião: Mães morrem um pouco quando perdem os filhos

Sensação é de responsabilidade e de vazio.
Única forma de ajudar é acolhê-las e ouvi-las.









Pela vida vamos nos distanciando de pessoas que amamos. Trocamos de casa, de cidade e até de país. Os interesses que tínhamos em comum com os amigos da infância e juventude mudam, deixamos de compartilhá-los e seguimos por rumos diferentes. E, é claro, as pessoas morrem: pais, avós, amigos...

Algumas separações são naturais e dependem apenas dos caminhos que a vida toma. Há as esperadas, por mais que sejam dolorosas. Outras, porém, parecem não seguir qualquer lógica, como a morte de um filho.

Ao pensar em gerar uma criança a última coisa que se considera é que ela morrerá antes dos pais. Como se a lei natural fosse os pais partirem antes dos filhos. A criança é imaginada como algo próximo da perfeição: bela, saudável, inteligente, alegre e vivendo muitos e muitos anos. São praticamente imortais. Desejamos tudo de bom para os nossos descendentes que, de certa forma, vão garantir que continuemos nossa existência através deles. Afinal, são nossos frutos.

Só que a vida não é uma linha reta e previsível. E muito menos segue o trajeto dos nossos desejos. Tudo o que criamos em nossa mente sobre um filho nem sempre corresponde à realidade.

Às vezes, ele nem consegue ser gerado. Antes mesmo que tenha alguma forma ou possa ser sentido pela mãe em seu ventre, ele é expelido. Outros chegam a nascer mortos ou sobrevivem pouco tempo por algum problema de saúde. E que dor sentem essas mães. Já são seus filhos, mesmo que não tenham um rosto ainda.

Alguns nascem portadores de alguma síndrome. São crianças que não terão o mesmo curso de desenvolvimento da maioria.

Apesar de serem muito amadas, até por precisarem mais ainda de seus pais, quando chegaram ao mundo não correspondiam às idealizações deles – não eram o filho esperado.

Muitos outros, porém, nascem bem e se desenvolvem com saúde e alegria. Dão trabalho e dissabores como todos os filhos. Mas estão lá, trilhando o caminho da vida, até que algo de inesperado acontece e tudo muda. Seja por uma doença, overdose, acidente de carro, bala perdida, atropelamento ou tantas outras coisas que fazem com que aquele ser tão amado e desejado deixe de existir.

Vazio


Se a morte de alguém querido causa uma dor profunda, no caso de um filho, só alguém que passou poderá dizer. Não dá para conceber tal ideia, principalmente para as mães que um dia foram uma unidade com seus pequenos – eram um só. Época em que a existência deles dependia exclusivamente delas. Sentimento que prossegue pela vida e que, em momentos como esses, algumas chegam a se perguntar o que fizeram de errado ou o que deixaram de fazer para que isso acontecesse.

Por mais que se diga a elas que não fizeram nada, ainda assim, de alguma forma, sentem-se responsáveis. E vazias. Vazias de um pedaço de si, de sua continuidade, de seu fruto, de seu grande amor. As mães morrem um pouco com eles. Não existe consolo. Só o tempo poderá ajudar, tendo a certeza de que essa era a história do filho querido.

Para os que as acompanham, como é difícil encará-las, pois ao fazerem isso, têm que encarar também seus temores diante da morte e da perda. E o que dizer a elas? Nada. Que ninguém ouse dizer que sabe o que elas estão sentindo. Ninguém sabe, só quem passou pela mesma dor. Que para cada um é única. Se for possível acolhê-las e ouvi-las, não é preciso mais nada.

Pessoa alguma deveria passar pelo que as mães e os pais que perderam seus filhos passam. Mas, como disse, a vida não é reta. Não temos poder sobre seus caminhos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Cientistas identificam gene que pode causar o Parkinson

O gene produz proteínas que matam as células cerebrais responsáveis pela produção de dopamina








Um grande passo para a redução dos efeitos do Parkinson foi anunciado nesta quinta-feira. Cientistas encontraram a molécula que causa a morte de células no cérebro iniciando os sintomas da doença. Com isso, eles esperam poder impedir sua ação antes que a doença se desenvolva.
A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e foi descrita como um "significativo passo adiante" na luta contra a doença degenerativa. Os cientistas americanos descobriram um gene responsável pela produção de duas proteínas na mosca da fruta que causam, em níveis altos, a morte de células no cérebro do inseto. O pesquisador chefe do estudo, Bingwei Lu, notou que as moscas de laboratório com a variante do gene, após terem desenvolvido degeneração cerebral associada com o Parkinson, apresentavam altos níveis dessas duas proteínas.
Os pesquisadores conseguiram prevenir a morte das células nervosas de dopamina depois que o nível das proteínas foi reduzido. "As moscas não apresentaram mais os sintomas de Parkinson", disse Lu, em entrevista ao jornal inglês The Telegraph.

O cientista ainda disse que muitas empresas farmacêuticas já fazem remédios que agem sobre essas duas proteínas. Estudos anteriores mostraram que elas estariam ligadas ao câncer. "É possível que esses compostos possam ser adaptados rapidamente para serem usados em pacientes que não têm câncer, mas desenvolveram o Parkinson",afirmou Lu. O próximo passo é começar os testes em mamíferos.

Egberto Barbosa, professor da faculdade de medicina da USP explica que atualmente, apenas os sintomas do Parkinson são tratados. "O que fazemos é tentar restaurar o equilíbrio químico do cérebro por meio de substâncias que produzem dopamina". Ele disse que nenhuma droga é capaz de impedir que as células morram e, com isso, o paciente precisa fazer a reposição por meio de drogas pelo resto da vida. Ele lembra que as células nervosas do cérebro, uma vez mortas, não se regeneram. Isso quer dizer que ainda é impossível retroceder os sintomas do Parkinson.
E um remédio capaz de impedir a morte das células em humanos só será possível em longo prazo. "Mesmo que outra droga esteja no mercado para o câncer, temos que saber se ela será útil em humanos com Parkinson. Isso pode levar até 10 anos", afirma João Carlos Papaterra Limongi, neurologista do Hospital das Clínicas da USP.

O Parkinson afeta cerca de 200.000 brasileiros, a maioria acima de 60 anos, segundo a Associação Brasileira de Parkinson. Entre os mais jovens a incidência da doença também é expressiva — pelo menos 40.000 teriam menos de 40 anos.

O Parkinson é uma doença degenerativa que ataca o sistema nervoso central comprometendo, principalmente, os movimentos do paciente. A doença também pode afetar o olfato e até a fala da pessoa. "Isso ocorre por causa da queda na produção de dopamina, um neurotransmissor do cérebro responsável, dentre outras coisas, por regular a fluidez dos movimentos", diz João Carlos.

A causa da doença ainda é um grande enigma para a medicina. Os médicos já sabem que ela possui fatores genéticos, que podem ser transmitidos hereditariamente, e ambientais. Em alguns casos é possível que a doença esteja ligada apenas ao fator genético, mas em 95% deles "existem genes que deixam o paciente mais propenso a desenvolver a doença junto com fatores ambientais", explica João Carlos.

Notícia dada pela revista VEJA do dia 29-07-2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Amor materno ajuda criança a lidar com stress da vida adulta



Beijos, abraços e todo tipo de carinho vindo da mãe ajudam o ser humano a enfrentar melhor o stress da vida adulta. E desde já influênciam na sua formação.
Hoje por onde passamos vamos nos deparando com situações laméntaveis, por muito vejo pais e mães perdendo a maneira de amar aqueles que em nenhum momento tem o sentimento do desamor em seua corações.
Níveis altos de afeto materno facilitam a criação de laços e envolvimento humano. Além de reduzir o stress na criança, ainda pode ajudá-la a desenvolver habilidades sociais até a fase adulta, somos tomado por uma realização unica quando estamos frente a frente com a alegria de alguêm que geramos e nos amam incondicionalmente.
A interação entre mães e bebês se faz por necessário e amável, além de ser obrigação e dever.
O horror que estamos vivendo cada dia é a essência que se perde desde casa. É como num tima de futebol quando ganha ganha o grupo, quando pérde perde todo o grupo!
Não podemos fugir a nossos erros, nem apagar suas consequências.
Se fizermos a analise de um caso bem recente como o dá "Elisa Samudio e o ex- goleiro do flamengo Bruno" qual desdes tinham qual quer conhecimento da palavra FAMÍLIA?
Eu te digo nenhum deles!
Ela filha de um acazado de pedofilia e não via a mãe aproximadamente 6 anos.
Ele filho de uma viciada em droga e bebida e abandonado pela mesma.
Imagine o cotidiano deles enquanto criança, adolêscente!
Gente não digo que se amenizar nenhuma culpa do caso, digo que podemos tentar viver um amanhã melhor cumprindo o nosso papel de MÃE E PAI melhor com mais dignidade,ateção, amor, paciência...com nossos filhos.
Conheço alguêm que não teve nem mãe nem pai durante 27 anos de sua vida e por encontrar o amor verdadeiro nos braços de avós,pouco não somou a mais um adolescênte delinquênte. O seu psicologico lhe faz acreditar na sua inferioridade, a inveja toma conta aos poucos de amigos que vivem em famílias "felizes", você acredita plenamente na sua incapacidade de crescimento e vitória, além da vergonha que você carrega por ser abandonada por alguêm que tinha por obrigação lhe amar e defender acima de todas as coisas.Pois é!Assim eu me sentia todos os dias quando foi tomando consciência que eu era mais uma abandonada dentre tantos no mundo.
Mais quando vi nos olhos dos meus filhos o tamanho do amor que eles tinha pra me oferecer eu não deixei que em nenhum momento o minha carência fosse a deles.

As crianças de mães mais carinhosas são capazes de lidar com todos o stress e a ansiedade melhor do que as outras, que receberam menos atenção. Acreditem que a infância é a base para a construção de uma vida adulta sólida. Contudo, a influência de outros fatores, como a personalidade, educação em casa e na escola não podem ser descartas.
Ame seus filhos e jamais os castiguem por conviniencia e sim quando necessário para que tenha amanhã a lembrança e a sabédoria de destinguir o certo e o errado.

domingo, 25 de julho de 2010

Bebê que convive com livros vai melhor na escola

Olha o hermaninho ai gente!!!!

Ler para um bebê que ainda não fala e as vezes parece nem entender o que é falado pode parecer perda de tempo, mas diversos estudos mostram que, a longo prazo, a prática pode beneficiar o desempenho escolar.
Para ajudar na escolha do título mais adequado para cada idade e no desafio de manter as crianças pequenas entretidas, o Instituto Alfa e Beto (IAB) apresenta na próxima Bienal do Livro de São Paulo a Biblioteca do Bebê. Além de vários livros divididos por faixa etária, o local terá voluntários que ensinarão aos pais técnicas de leitura. As principais dicas estão reunidas em uma cartilha que será distribuída aos visitantes (mais informações nesta página).
Mais se o leitor não é tão esigente assim, como no caso do Hermaninho melhor ainda. Essa é uma das praticas dele, se tiver em mãos qual quer tipo de papel ou livro que induza a leitura lá vai ele pro sofá correndo pra logo viajar no mundo das letras,figuras ou sei lá o que kkkkk

Uma dessas pesquisas mostra que as crianças de 3 anos que possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10, desempenho escolar superior ao daquelas que não leem com frequência.

"O importante é ler com regularidade, de preferência todos os dias, e tornar a experiência agradável", afirma Dickinson. Os pais, diz ele, devem usar as imagens do livros como base para iniciar uma conversa com a criança. "Faça perguntas sobre a figura ou sobre a história. Não se limite a ler as palavras e virar a página", explica.

Esculpindo mentes. A interação com os adultos é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e o aprendizado se dá pela imitação, diz o presidente do IAB, João Batista Oliveira. "Mas a linguagem oral tem um vocabulário restrito e uma sintaxe simplificada. O livro, por mais simples que seja, obedece as regras da linguagem escrita, que é a mesma que a criança vai encontrar na escola."

Se o vocabulário é o tijolo do pensamento, afirma Oliveira, a sintaxe é a argamassa. "Quanto maior o vocabulário e mais articulada a sintaxe, mais temos sobre o que pensar." Essa maior capacidade de raciocínio e compreensão favorece tanto o desempenho em disciplinas como português e matemática como nas demais.

A capacidade de se manter focada em uma atividade também é beneficiada pelo hábito de leitura, afirma Dickinson. "Quando assistimos à TV ou usamos o computador, a tecnologia prende nossa atenção. Já quando lemos um livro, precisamos fazer esse trabalho sozinhos.

IAB vai lançar na bienal um guia com uma proposta ambiciosa: Os 600 Livros que Toda Criança Deve Ler Antes de Entrar para a Escola. Isso dá uma média de dois livros por semana entre 0 e 6 anos. Quem quiser cumprir a meta não pode perder tempo.
Bom seram muitos livros e enquanto isso hermaninho continua lançando por aqui o habito da leitura sem idade determinada.
Sigam esse exemplo e leiam!

Balbuciar de bebês pode ajudar a identificar autismo





Balbuciar de bebês pode ajudar a identificar autismo
Cientistas descobriram que é possível identificar o autismo em bebês a partir dos barulhos que eles fazem. Uma pesquisa mostrou que o balbuciar das crianças que têm o transtorno não é o mesmo das consideradas normais - com base em uma tecnologia de análise de voz automática usada para identificar as diferenças com 86% de precisão. O sistema também conseguiu distinguir dificuldades no desenvolvimento da fala.

Steven Warren, especialista em transtornos do espectro autista (ASD, sigla em inglês) da Universidade do Kansas, participou do estudo e disse que “essa nova tecnologia pode ajudar pediatras a diagnosticar crianças com ASD e determinar se o paciente deve ser encaminhado a um especialista para que o tratamento seja mais eficiente”, disse ao jornal inglês Daily Mail. Autismo é identificado pela inabilidade de se comunicar ou se relacionar com os outros, falta de habilidades sociais, traços obsessivos e comportamento repetitivo.
Os cientistas americanos analisaram 1.500 gravações de dispositivos que foram colocados junto às roupas de 232 crianças entre 10 meses e 4 anos de idade. No total, mais de 3 milhões de amostras de fala de crianças foram observadas, com base em 12 parâmetros específicos de som associados ao desenvolvimento da voz. Os mais importantes foram aqueles envolvendo a silabificação - habilidade para produzir sílabas com movimentos rápidos da língua e maxilar, que ajudam a formar a base das palavras.

Distinções - Em crianças autistas com até 4 anos, houve uma diferença entre os valores de parâmetro esperados e a idade. As características vocais não são usadas para diagnosticar o autismo, mesmo que a ligação entre eles tenha sido indicada antes. “Um pequeno números de estudos sugeriram que crianças com autismo têm uma assinatura vocal diferente. Mas, até agora, não podíamos usar o conhecimento nas aplicações clínicas por causa da falta de tecnologia de medição”, disse Warren.

Os pesquisadores acreditam que o novo sistema pode fazer uma grande diferença no diagnóstico, avaliação e tratamento do autismo. “A física da fala humana é a mesma em todas as pessoas, até onde sabemos”, concluiu Warren.

Belissima matéria da revista veja.

sábado, 24 de julho de 2010

Até onde somos normais?


Quem somos nós pra apontar as limitações alheias quando as nossas são tão visíveis?

Quem somos nós pra dizer o que o outro não deve fazer quando nós mesmos nos limitamos todo o tempo e não somos felizes?

Quem de nós pode dizer o que está certo quando erramos todo o tempo?

Quem de nos deve apontar erros nas escolhas de alguém quando já erramos pelos mesmos motivos?

Por que rotular alguém minimizando suas habilidades e inteligência, sem antes medir as nossas e saber a nossa real capacidade?

Por que dizer NÃO a quem é livre, se sonhamos com isso toda uma vida?

Qual o mal em ser dono de seu mundo, e não sofrer com este que é nosso?

Qual o mal em preferir não participar desse meu mundo tão confuso, e limitar-se em suas confusões?

Qual a dificuldade de entendimento, se nós os ditos “normais” não nos entendemos?

Qual o problema em gritar suas insatisfações?
Qual o problema se o seu sentir é diferente do meu?

Qual a importância de ser diferente?

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sons emitidos pelo bebê podem auxiliar diagnóstico de autismo, diz estudo


Tecnologia para análise vocal distinguiu crianças autistas das normais com 86% de precisão comparando padrões de vocalizações.





Cientistas americanos acreditam ser capazes de distinguir bebês autistas a partir dos sons que eles produzem.

Usando tecnologia para análise das vocalizações emitidas por 232 crianças com idades entre dez meses e quatro anos, os especialistas da University of Kansas identificaram diferenças nos sons emitidos pelas que foram diagnosticadas como sendo autistas.

A tecnologia permitiu diagnósticos corretos em 86% dos casos.

Estudos anteriores indicaram uma associação entre características vocais e autismo, mas, até hoje, o critério voz nunca foi usado no diagnóstico da condição.

O estudo americano foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Autismo é o nome dado a um grupo ou "espectro" de condições caracterizadas pela inabilidade de comunicação ou empatia com o outro, falta de traquejo social, traços obsessivos e comportamentos repetitivos.

Universal

Os cientistas americanos analisaram quase 1.500 gravações com um dia de duração feitas através de aparelhos fixados nas roupas das crianças.

Mais de três milhões de sons infantis foram usados na pesquisa, diz o estudo.

Os pesquisadores se concentraram em 12 parâmetros específicos associados ao desenvolvimento vocal do bebê.

Entre eles, o mais importante foi a habilidade da criança emitir sílabas bem formadas a partir de rápidos movimentos da mandíbula e língua.

Os especialistas acreditam que esses sons constituem as fundações das palavras.

Nas crianças autistas com até quatro anos de idade, o desenvolvimento nesse parâmetro é mais lento.

"Essa tecnologia poderia ajudar pediatras a fazer testes de autismo para determinar se o bebê deve ser examinado por um especialista para diagnóstico", disse o pesquisador Steven Warren, da University of Kansas, um dos envolvidos no estudo.

Ele explicou que a nova técnica pode identificar sinais de autismo aos 18 meses de idade. Atualmente, a média de idade das crianças diagnosticadas com a condição nos Estados Unidos é 5,7 anos.

E quanto mais cedo é feito o diagnóstico, mais eficazes são os tratamentos, acrescentou o especialista.

Outro ponto forte da tecnologia, ele explica, é que ela se baseia em padrões sonoros ao invés de palavras e pode ser usada para testar crianças de qualquer país.

"Pelo que sabemos, os aspectos físicos da fala humana são os mesmos em todas as pessoas", disse Warren.