A vida que está por vir é muito mais importante do que aquela que ficou no passado. A estrada para o sucesso está sempre em construção. A vida não é um problema a ser resolvido, mas sim uma realidade para ser apreciada. Deixe para trás aquilo que não te leva para a frente
domingo, 7 de novembro de 2010
"O que não mata deixa você mais forte"
Pessoas pesquisadas sofreram diferentes tipos de trauma, de morte na família à violência urbana
"O que não mata deixa você mais forte"
Estudo com 2.400 americanos confirma máxima: quem passou por mais adversidades criou mais resistência psicológica
Pessoas pesquisadas sofreram diferentes tipos de trauma, de morte na família à violência urbana
O que não mata deixa mais forte. Além de ser uma citação do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, essa é a constatação de um estudo da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, que vai ser publicado na próxima edição do "Journal of Personality and Social Psychology".
Para chegar a essa conclusão, o pesquisador Mark Seery e sua equipe acompanharam 2.398 americanos entre 2001 e 2004.
As pessoas que passaram por acontecimentos adversos e traumáticos tiveram menos sintomas de estresse e relataram mais situações de bem-estar do que aquelas que passaram por menos dificuldades.
Foram avaliadas 37 categorias diferentes de trauma psicológico ou físico, incluindo morte de um familiar, doença ou acidente, desastres naturais, divórcio ou presenciar um ato de violência.
"Entendemos que existe uma relação entre experiências ruins e resiliência", diz Seery à Folha.
A resiliência é um termo da física adotado pela psicologia. Na ciência, é a possibilidade de um material voltar à forma anterior depois de sofrer pressão ou deformação. Para a psicologia, é a capacidade de uma pessoa enfrentar situações negativas e retirar algo de positivo da experiência.
De acordo com Seery, o cérebro é capaz de aprender com cada trauma e se tornar mais experiente e mais forte.
Segundo a psicóloga Rosaly Ferreira Braga, do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência da Universidade Federal de São Paulo, é preciso ter cuidado ao falar em desenvolvimento da resiliência.
"É possível ficar mais forte, mas há traumas mais e menos impactantes. Não é porque a pessoa sofreu um assalto que ela vai poder ser vítima de vários sem que isso traga consequências", diz.
Não se sabe ao certo o que faz uma pessoa naturalmente mais forte do que outras. Sabe-se apenas que algumas reagem positivamente a situações negativas, enquanto outras desenvolvem transtornos como o estresse pós-traumático e a depressão.
ENFRENTAMENTO
A psicóloga e pesquisadora Ana Cristina Vasconcellos acompanhou em sua dissertação de mestrado famílias com pessoas paraplégicas.
"É muito mais fácil encontrar pessoas que não são resilientes. A vulnerabilidade é muito mais comum. Um fator decisivo no processo de enfrentamento é a família", diz.
Para o médico psiquiatra José Toufic Thomé, coordenador do Departamento de Intervenção em Desastres e Catástrofes da Associação Brasileira de Psiquiatria, as pessoas deveriam pensar em como desenvolver uma "imunidade psíquica".
"Precisamos aprender a conviver com adversidades sem adoecer. A sociedade moderna não pensa em trabalhar a resiliência."
Isso poderia ser feito, de acordo com Seery, deixando de lado estratégias prontas de como superar problemas. "Respostas diferentes são normais. O maior equívoco é pensar que todos devem reagir da mesma forma. Falar sobre o trauma, por exemplo, nem sempre é a melhor coisa a ser feita."
sábado, 6 de novembro de 2010
A influência estética de Lampião
MÃO NA MASSA
Lampião costurando numa máquina Singer:
ele era o estilista e fazia os bordados de sua indumentária.
Acima, com Maria Bonita e membros do bando
A simples menção ao nome de Lampião fazia tremer o cabra mais macho do Nordeste. Virgulino Ferreira da Silva, seu nome de batismo, aterrorizou o sertão, entre 1916 e 1938, com seu bando que contava 200 homens. Nos sete Estados da Federação onde a lei parecia ausente e a polícia, chamada de Volante, cometia excessos, Lampião e sua gangue justificavam seus assassinatos, degolas, estupros e assaltos com supostas bandeiras sociais e, assim, conseguiam angariar alguma simpatia da população pobre. Mas, quando não estava praticando crimes, o cangaceiro se atracava com agulhas e linhas para costurar e bordar, lindamente, roupas, revestimentos para cantil, cinturões, bornais (espécie de bolsa) e os lenços que usava ao estilo Jacques Leclair, o protagonista costureiro da novela global “Ti-ti-ti”. Seu sanguinolento bando exibia uniformes bordados com flores, estrelas e símbolos místicos. Embora cause estranheza, este apuro estético tinha uma finalidade: servia para despertar admiração entre a população e, também, como patente hierárquica do bando. Lampião acreditava ainda que alguns símbolos blindavam seus homens contra maus espíritos.
O lado excêntrico e quase marqueteiro do famoso bandoleiro emerge pelas mãos de uma das maiores autoridades brasileiras em cangaceiros, o historiador Frederico Pernambucano de Mello, “o mestre dos mestres quando o assunto é cangaço”, como dizia o antropólogo Gilberto Freyre. Mello acaba de lançar o livro “Estrelas de Couro – A Estética do Cangaço” (Escrituras, 258 págs.), no qual mostra que, ao impor um estilo próprio de vestuário, Lampião incutia os valores do cangaço aos homens do seu bando e estabelecia a diferença entre a sua tropa e os “outros.” Lampião, aliás, odiava ser confundido com cangaceiros comuns. A força da roupagem luxuosa que ele criara – e incluía metais e até ouro, além de moedas e espelhinhos –, chegou a influenciar as vestimentas dos policiais. Antes de costurar, ele pegava um papel pardo e desenhava, depois levava o papel para a máquina Singer e cobria o tecido. “Ele não era apenas o executor do bordado. Era também o estilista”, afirma Mello.
“No início, a moda era ofício masculino”, garante a professora de história da indumentária e antropologia da moda Silvia Helena Soares, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Ela vê nas criações de Lampião um estilo de moda que remonta à época do Renascimento (século XVI), quando os homens bordavam as joias na própria roupa. “Era tudo grandão, pesado. Não tinha nada de delicadinho”, afirma. Para o historiador Luiz Bernardo Pericás, autor de “Os Cangaceiros: Ensaio de Interpretação Histórica”, os uniformes dos cangaceiros ficaram tão enfeitados que pareciam fantasias. “Era um dos aspectos da extrema vaidade daqueles bandoleiros”, diz Pericás. Lampião aprendeu a manejar a linha e a agulha muito antes de tomar gosto pelo rifle. Quando menino, quase adolescente, Virgulino fazia tecidos de couro muito bem ornamentados, resistentes e esteticamente valiosos para vender nas feiras. “Era famoso como alfaiate de couro”, afirma o historiador Mello. Ele foi parar no crime porque sua família se envolveu numa guerra com fazendeiros vizinhos. Dizem que era tão hábil com a espingarda que conseguia dar tiros consecutivos que clareavam a noite. Daí a alcunha de Lampião.
O Rei do Cangaço morreu aos 40 anos, em 1938, junto com a fiel companheira, Maria Bonita – que, igualmente, andava coberta de roupas, chapéus, cintos e bolsas bordadíssimas. O casal e nove homens do bando foram decapitados e as cabeças expostas como troféus pela polícia nas escadarias da igreja de Piranhas, em Alagoas. Ali, foram fotografadas ao lado de objetos preciosos do grupo, como espingardas e cartucheiras, além de outras armas de Lampião: duas máquinas de costura Singer, o sonho de todas a donas de casa da época. Se tivesse escolhido a profissão de costureiro, Lampião (até hoje constantemente revisitado pela indústria fashion) certamente teria tido uma carreira brilhante.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Menino (autista) Britânico com pavor de comer se alimenta por tubos...

Daniel Harrison, 3 anos, sofreu tanto com refluxos gástricos quando era bebê que desde então tem ojeriza ao ato de comer
O caso de um garoto britânico que tem pavor de comer e precisa ser alimentado por tubos está gerando curiosidade no meio médico britânico. Daniel Harrison, de três anos, sofreu tanto com refluxos gástricos quando era bebê que desde então tem ojeriza ao ato de comer.
O menino não se alimenta pela boca desde então e é alimentado por tubos inseridos no estômago. Portador de autismo, Harrison tem dificuldades de se comunicar e interagir com o mundo ao redor, o que representa um problema adicional para o tratamento.
No fim do ano passado, ele teve de fazer uma operação nos pulmões após contrair gripe suína. A família, de Nottingham, já tentou buscar ajuda nos hospitais locais e em no hospital infantil de Great Ormond Street, em Londres, sem solução.
O pai do menino, Kevin, afirmou ao jornal local Nottingham Evening Post que não há nenhum fator médico impedindo o garoto de comer. "Falando em termos médicos, não há nada", afirmou. "Está tudo na cabeça dele e ninguém consegue ajudar."
A família acredita que pode tratar o menino em uma clínica em Graz, na Áustria, que diz ter conseguido tratar outros 12 casos semelhantes ao de Daniel nos últimos vinte anos. Entretanto, a viagem custaria mais de 20 mil libras (quase R$ 60 mil) e os Harrison ainda tentam angariar os recursos para o tratamento.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O que é o autismo
Vamos na caminhada em busca da igualdade e respeito! Acima de tudo na implantação de amor. A vida é muito curta e eles dependem de nós assim como nós deles. Eu não me vejo sem meu filho e nem ele em condição de vida diferente. Peço aqueles que estão proximos a nos que aceitem e ô amem como ele é... não queira dele mais do que ele no momento pode te dar... não se sinta ofendido ou constrangido diante de uma atitude que ele tome sem que você espere... Não me julgue sem saber de fato como é o convivio com o oposto de mim... em fim, quero ter forças e amor cada vez mais pra poder jamais faltar a ele de tudo que ele precisa... E que Deus nos abençoe.
amém.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Maconha se populariza entre idosos por benefícios medicinais

Uso ainda é restrito e não está liberado, mas número de adeptos cresce
O Novo ritual que as pessoas da meia idade estão aderindo.
a compra de maconha pelos filhos aos pais que estão envelhecendo.
Um escritor de 46 anos que vive nos Estados Unidos é quem busca a droga para seus pais - doente cardíaca - e sua mãe - que sente tonturas e náuseas. O casal, que teme ser acometido pelo Alcheimer, decidiu experimentar o método alternativo há cinco anos, depois de analisar pesquisas já realizadas.
Bryan, que pediu para não ter o sobrenome divulgado, começou a fazer bolos e biscoitos com a droga como um dos ingredientes. Em Illinois o uso medicinal de maconha ainda não está legalizado, embora ele seja feito com frequência em 14 estados e no Distrito de Colúmbia. Com a idade já avançada, acima dos 70 anos, não existe a preocupação dos pais de Bryan de se viciarem ou serem levados a drogas mais pesadas. "Nós temos preocupações com a lei, mas não iria deixar de comer os biscoitos e passar de novo pelo que passei", conta a mãe, que teve suas crises reduzidas. "Claro que, se for apanhada, terei de parar de usá-los", ressalva.
Benefícios - Estudos observaram que os agentes ativos da maconha têm efeitos significativos como analgésicos, especialmente em dores decorrentes de danos nos nervos, disse Seddon Savage, especialista em dor e presidente da Sociedade Americana da Dor, um grupo de profissionais da área médica. Dois medicamentos feitos à base da droga foram aprovados para uso nos Estados Unidos, mas apenas para tratar náuseas e perda do apetite. E embora estudos preliminares sugiram que estes agentes possam ajudar no combate ao câncer e reduzir espasmos em pessoas com esclerose múltipla ou Parkinson, os resultados ainda não são conclusivos. Especialistas chamam a atenção, também, aos efeitos colaterais, como interferência na pressão arterial. Por isso, é necessário avaliar sua combinação com outros medicamentos antes de adotar o tratamento.
é uma visão muito pessoal. Cada um faça aquilo que lhe for adequado e que aplique na sua vida o que soma e acrescenta benfeitorias. Eu Zelândia particularmente não uso mais até onde sou preconceituosa?
Não sei!
Conheço e amo diversas pessoas que usam, e não mudam em nada suas atitudes e sonham como qual quer pessoa que não é usuaria, amam, choram, acreditam,erram, acertam...
Quero que mude tudo aquilo que está cabando com todos nós aos poucos, até mesmo você que acretita está superior a tudo. Estamos vivendo uma vida fantasiosa e cheia de terriveis realidades. quero que mude tudo que está a cabando com o meu mundo e o seu mundo. ( A fome , a miséria, as diferenças, a desigualdades, a falta de fé, a falta de amor,etc...)
Primeiro temos que mudar e depois sim, acreditar que podemos mudar alguêm!
sábado, 11 de setembro de 2010
A volta!

Volto hoje tentando homenagiar alguêm que não está mais entre nós neste plano. partiu no dia 21/08/2010 depois de sofrer um infarto. Bom, tenho tão pouco pra falar sobre ela por que infelizmente não vivemos nada do que tinhamos e podiamos ter vevido juntas, literalmente não vivemos nada juntas. E isso é o que mais doi! Me faço perguntas hoje que jamais teram respostas! Permitimos o destanciamento gerado por terceiros. Ela cresceu ouvindo horror de mi e eu não lutei contra a irã de minha madrasta e a fraqueza de nosso pai. Deixei que ela fosse unica, jamais me sente no direito de entrar naquela família mesmo o pai sendo também meu, invejava qual quer gesto e carinho que eles trocavam na minha frente e em meus cabelos seus dedos de pai nunca deslizou... e cresce aprendendo a reconhecer em minha vó o lado mãe e pai. Me cobro hoje por que deixei meu orgulho me dominar! Me cobro hoje por que deixei um ciumes infantil reinar até minha fase adulta! Me pergunto se ela não esperava de me o INICIO pro desenrolar de uma amizade! Um simples gesto que demonstrase qual quer sentimento que não fosse a indiferença... Uma palavra que não fosse de defesa... Um abraço que não fosse timido... um beijo sem medo... um sorriso sem ser fingido... um telefonema sem assunto ao certo... um elógio... uma critica... uma preocupação em seus momentos de fragilidade... um palpite mesmo sem ser pedido... Na certeza que somos eternos deixamos passar por nós momentos que podem jamais se repetir e não saboreamos as delicias de alguns segundos... Na certezas que somos eternos não falamos frase por medo de parecermos ridiculos, sem imaginar que ser ridiculo é melhor que ser tomado pela angustia de não ter dito nada... Na certeza que somos eternos não buscamos as pessoas pra dividir e espalhar o amor... Não imaginei que fosse doer tanto essa partida por que não imaginei jamais que aquela menina feliz, amada, linda, que transparecia força, coragem, determinação, garra, realizada, tecnica de enfermagem e futura medica fosse nos deixar assim.
Mais logo busco o conforto na certeza que hoje está na companhia dos anjos no céu espalhando seu sorriso e sabendo de que da minha meneira eu há amei e o quanto lamento não ter dito isso a ela antes. No dia 21/08/2010 acordei com a noticia do falecimento de minha unica e ultima irmã. Debora Castro Carvalho 21 anos...Que morreu nos braços de quem ela mais amava enquanto brincava ( nosso pai Assis) !
Fique em paz!
sábado, 7 de agosto de 2010
Sei que vou Te Amar

Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Drama
Áudio: Inglês – Português
Tamanho: 800 MB
Formato: AVI
Thomas Mollison é um jovem de 16 anos que quer apenas ter uma vida normal. Seu irmão mais velho, Charlie, tem autismo e TDAH e o funcionamento de toda sua família gira em torno de lhe oferecer um ambiente de vida seguro. Ao se mudar para uma nova casa e uma nova escola, Thomas conhece Jackie Masters e começa a se apaixonar por ela. Quando sua mãe fica confinada à cama devido à gravidez, Thomas então deve assumir a responsabilidade de cuidar de seu irmão, o que pode custar a sua relação com Jackie, especialmente quando isso desencadeia um violento confronto na família em sua festa de aniversário, que leva o garoto a uma viagem emocional repleta de frustrações e angústias.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Rain Man (1988)Dublado
Rain Man (Encontro de Irmãos)
ELENCO:
Tom Cruise(Charlie Babbitt)
Dustin Hoffman(Raymond Babbitt)
Tamanho: 434MB
Idioma: Portugues
Legenda:S/L
Formato: RMVB
Lançamento:1988
Duração: 133 minutos
O jovem Yuppie (Tom Cruise) fica sabendo que seu pai faleceu. Eles nunca se deram bem e não se viam há vários anos, mas ele vai ao enterro e quando vai cuidar do testamento fica sabendo que herdou um Buick 1949 e as roseiras premiadas do seu pai, sendo que um "beneficiário" tinha herdado três milhões de dólares. Fica curioso em saber quem herdou aquela fortuna e descobre que foi seu irmão Raymond Babbitt (Dustin Hoffman), que ele desconhecia a existência. O irmão dele é autista, mas pode calcular problemas matemáticos complicados com grande velocidade e precisão. Yuppie seqüestra seu irmão autista da instituição onde ele está internado, pois planeja levá-lo para Los Angeles e exigir metade do dinheiro, nem que para isto tenha que ir aos tribunais. É durante uma viagem cheia de pequenos imprevistos que os dois se compreenderão mutuamente e entenderão o significado de serem irmãos.
Premiação:Oscar melhor filme(1989)
MEU FILHO MEU MUNDO (Son-rise: a miracle of love)
Direção:Glenn Jordan
Elenco:James Farentino, Kathryn Harrold, Stephen Elliott, Henry Olek, Carrie Sherman, Erica Yohn, Michael Adms, Casey Adms
Local:EUA
Data:1979
Produção:Richard M. Rosenbloom
Gênero:Drama
Assunto:Autismo. Crianças autistas.
Notas:Legendado.
O Filme MEU FILHO, MEU MUNDO retrata em 96 minutos o Drama de um casal que tem um filho Autista, A dramatização gira em trono da descoberta do Autismo, a do tratamento, utilizado pelo casal, e uma cura parcial. 




